Daniel Carvalho cobra fiscalização ambiental PDF Imprimir E-mail
Qua, 20 de Março de 2019 13:27

Moti­va­do pelas inú­me­ras recla­ma­ções dos mora­do­res con­ta­gen­ses, o pre­si­den­te da Câma­ra Muni­ci­pal de Con­ta­gem, verea­dor ­Daniel Car­va­lho, soli­ci­tou, aos ­órgãos muni­ci­pais com­pe­ten­tes, efe­ti­vi­da­de na fis­ca­li­za­ção ambien­tal em esta­be­le­ci­men­tos cujas ati­vi­da­des são pas­sí­veis de pro­pa­gar ruí­dos.
Duran­te reu­nião ple­ná­ria, na terça-feira (12/03), o par­la­men­tar dis­cur­sou sobre a neces­si­da­de e impor­tân­cia de fis­ca­li­zar as ati­vi­da­des que geram ruí­dos e, con­se­quen­te­men­te, se os ­níveis estão com­pa­tí­veis com o per­mi­ti­do por lei.  
"Rece­be­mos mui­tas rei­vin­di­ca­ções dos con­ta­gen­ses, em espe­cial da ­região Sede, soli­ci­tan­do uma legis­la­ção sobre o exces­so de baru­lho em ambien­tes resi­den­ciais. Sabe­mos que já exis­tem leis para tra­tar a deman­da, toda­via, sabe­mos ainda da neces­si­da­de do cum­pri­men­to da mesma. Dessa forma, soli­ci­ta­mos rigor no pro­ces­so de fis­ca­li­za­ção junto aos empreen­di­men­tos para que os horá­rios e os limi­tes dos ruí­dos sejam res­pei­ta­dos", jus­ti­fi­cou.
"Nosso obje­ti­vo prin­ci­pal é aten­der a popu­la­ção pro­por­cio­nan­do bem estar e qua­li­da­de de vida. Por isso, a apli­ca­ção da norma ambien­tal cabí­vel se faz neces­sá­ria, assim como sua fis­ca­li­za­ção", acres­cen­tou ­Daniel Car­va­lho.

Polui­ção sono­ra

A polui­ção sono­ra se des­ta­ca, cada vez mais, nos gran­des cen­tros urba­nos, como sendo um pro­ble­ma ambien­tal e, tam­bém, de saúde públi­ca. Ela ocor­re quan­do num deter­mi­na­do ambien­te o som alte­ra a con­di­ção nor­mal de audi­ção.
Segun­do dados da Orga­ni­za­ção Mun­dial de Saúde (OMS), a polui­ção sono­ra hoje é con­si­de­ra­da como o ter­cei­ro pro­ble­ma ambien­tal que afeta o maior núme­ro de pes­soas no mundo, atrás ape­nas da polui­ção do ar e da água.
"O ruído exces­si­vo causa gra­ves pre­juí­zos físi­cos e psi­co­ló­gi­cos aos seres huma­nos, além de con­tri­buir para o dese­qui­lí­brio ambien­tal. Neste sen­ti­do, sem a devi­da fis­ca­li­za­ção, tal con­du­ta fere os prin­cí­pios de cida­da­nia da Cons­ti­tui­ção Fede­ral e toda a legis­la­ção de pro­te­ção do meio ambien­te", con­cluiu o verea­dor.