Unidade de Vigilância e Controle de Zoonoses é referência em Minas Gerais PDF Imprimir E-mail
Sex, 01 de Fevereiro de 2019 17:33

Cerca de qua­tro mil cas­tra­ções por ano, esses núme­ros impac­tan­tes são refle­xos do tra­ba­lho a Uni­da­de de Vigi­lân­cia e Con­tro­le de Zoo­no­ses (UVZ), de Con­ta­gem. Os núme­ros alia­dos na nova estru­tu­ra tor­na­ram a UVZ Con­ta­gem refe­rên­cia para ­vários muni­cí­pios. Em 2018, antes deno­mi­na­da Cen­tro de Con­tro­le de Zoo­no­ses, pas­sou por uma revi­ta­li­za­ção com­ple­ta que era uma deman­da anti­ga dos ser­vi­do­res e dos usuá­rios. Cerca de R$ 1,4 ­milhão foram inves­ti­dos para a moder­ni­za­ção da uni­da­de.
A refor­ma pos­si­bi­li­tou a implan­ta­ção ou apro­fun­da­men­to de pes­qui­sas vol­ta­das para a zoo­no­se. Além de ser um espa­ço para inves­tir em ações de vaci­na­ção per­ma­nen­te de cães e gatos, con­tro­le das popu­la­ções, pro­gra­mas de posse res­pon­sá­vel e ado­ção de ani­mais. "Con­ta­gem entre­ga aos mora­do­res e ser­vi­do­res a maior Uni­da­de de Vigi­lân­cia em Zoo­no­ses do Esta­do",des­ta­cou à época o secre­tá­rio de Saúde, Clé­ber de Faria Silva.
A uni­da­de, antes deno­mi­na­da Cen­tro de Con­tro­le de Zoo­no­ses esta­va em con­di­ções pre­cá­rias, a estru­tu­ra esta­va com diver­sos pro­ble­mas, como gotei­ras, bloco cirúr­gi­co defi­cien­te. "Com os inves­ti­men­tos pas­sa­mos a con­tar com equi­pa­men­tos que nem o Cen­tro de Zoo­no­ses do Bar­rei­ro, sem­pre refe­rên­cia na ­região, tem a dis­po­si­ção", des­ta­cou o médi­co vete­ri­ná­rio da UVZ, Mário Hen­ri­que.
O UVZ Con­ta­gem, não é refe­rên­cia, ape­nas pela estru­tu­ra ou quan­ti­da­de de cas­tra­ções, mas pela efi­ciên­cia. A asses­so­ra da UVZ, Geane Rodri­gues, res­sal­ta que o cari­nho e com­pe­tên­cia dos vete­ri­ná­rios. "As cas­tra­ções che­gam a 98% de suces­so, há pou­cos casos que ocor­re algu­ma com­pli­ca­ção pós-cirúr­gi­ca", res­sal­tou Geane.

Para agen­dar uma cas­tra­ção de cães e gatos basta aces­sar o site: http://189.85.49.34:9191/sis­cast/­public/
Uni­da­de de Vigi­lân­cia em Zoo­no­ses

O anti­go Cen­tro de Con­tro­le de Zoo­no­ses (CCZ) foi inau­gu­ra­do em abril de 2008 res­pei­tan­do as nor­mas do Plano Arqui­te­tô­ni­co do ­Manual da FUNA­SA-MS.  Com a refor­ma a Uni­da­de de Vigi­lân­cia e Con­tro­le de Zoo­no­ses (UVZ) segue um novo con­cei­to de equi­pa­men­to de Saúde.
Além disso, por meio de con­vê­nios esta­be­le­ci­dos com as Uni­ver­si­da­des (PUC Betim e New­ton de Paiva), a UVZ pode­rá ofer­tar está­gios e dis­po­ni­bi­li­zar espa­ço para que as uni­ver­si­da­des pos­sam desen­vol­ver tra­ba­lhos cien­tí­fi­cos. A Pre­fei­tu­ra de Con­ta­gem irá capa­ci­tar­to­dos os ser­vi­do­res da Saúde envol­vi­dos na Vigi­lân­cia e Con­tro­le de Zoo­no­ses e está­gios super­vi­sio­na­dos.

Con­fi­ra as novi­da­des da nova Uni­da­de de Vigi­lân­cia e Con­tro­le de Zoo­no­ses:


Cen­tra­li­za­ção de todos os Médi­cos Vete­ri­ná­rios como refe­rên­cias muni­ci­pais para os pro­gra­mas de impor­tân­cia para a Saúde da Popu­la­ção (Den­gue, Zica, Chi­kun­gun­ya, Febre Ama­re­la, Febre Macu­lo­sa, Espo­ro­tri­co­se, Leis­hma­nio­ses (LV), Lep­tos­pi­ro­se, Raiva entre ­outras);
Labo­ra­tó­rio de Diag­nós­ti­co da Leis­hma­nio­se (fun­cio­nan­do na sua ple­ni­tu­de);
Labo­ra­tó­rio de ento­mo­lo­gia (Ovi­tram­pas);
Aumen­to das cirur­gias de cas­tra­ção de cães e gatos gra­tui­ta­men­te, de segun­da a sexta-feira;
Gatos sepa­ra­dos do canis, para maior con­for­to e ­melhor mane­jo dos ani­mais;
Posto fixo de vaci­na­ção con­tra raiva;
Dis­po­ni­bi­li­za­ção de cães e gatos para ado­ção;
Cole­ta de san­gue para diag­nós­ti­co da LV e da espo­ro­tri­co­se;
Sala de mani­pu­la­ção de ani­mais sus­pei­tos de espo­ro­tri­co­se sepa­ra­da das ­demais áreas;
Almo­xa­ri­fa­do de cam­pa­nha, com toda a estru­tu­ra ade­qua­da para tal;
Refor­ma e amplia­ção dos ves­tiá­rios mas­cu­li­no e femi­ni­no dos tra­ba­lha­do­res;
Canis amplia­dos e sepa­ra­dos por cate­go­rias (mater­ni­da­des, recu­pe­ra­ção, cole­ti­vos, ani­mais bra­vios e sus­pei­tos de zoo­no­ses);
Área de lazer e manu­ten­ção exter­na de cães que lá per­ma­ne­cem;
Desen­vol­vi­men­to de par­ce­rias com ONG's e socie­da­de civil;
Ges­tão efi­cien­te e par­ti­ci­pa­ti­va com todos os fun­cio­ná­rios.